Blog do "TCC Procuram-se Solteiros"

MODELOS REINVENTADOS

                           (Daniela Neves para Gazeta do Povo)

Se por um lado já não existe apenas um único jeito de se casar, por outro parte da sociedade ainda associa a idéia de uma vida feliz e realizada à formação de uma família, mesmo que não seja a formada em um casamento tradicional. Namorar, casar e ter filhos é o roteiro natural para os pais e avós dos novos solteiros.

Quem opta por um caminho diferente do casamento sofre pressão. “É como se estivesse fora do padrão, como uma peça do quebra-cabeças que está fora da caixa”, diz a terapeuta familiar Rosana Ferrari.

Ao mesmo tempo, a atual geração de adultos solteiros está criando uma nova forma de viver em família. A necessidade de afeto e de ligação sentimental é suprida pelo grupo de amigos na mesma situação, que forma uma rede de apoio, com a qual pode-se contar na hora dos problemas, compartilhar datas festivas e finais de semana. “O que é necessário ao ser humano é manter laços afetivos fortes com o outro. Hoje é comum que as pessoas solteiras, adultas, que não vivem em família, formem o que chamamos família por associação”, conta a psicóloga.

Além do círculo de amizades, o consultor de relacionamentos Sérgio Savian diz que as novas formas de relações amorosas dão suporte aos solteiros. Hoje, homens e mulheres estão mais abertos a ter encontros efêmeros, relações sem compromisso e participar de salas de bate-papo e sites de relacionamentos pela internet. “Há muita gente vivendo esse momento do indivíduo e que está com uma vida boa, daquelas que se melhorar, estraga. Não querem ninguém para namorar e conseguem fazer tudo sozinhos ou com amigos”, diz.

O raciocínio por trás desse comportamento é o de que nem sempre estar com alguém é garantia de felicidade. De acordo com o consultor, existem pessoas que só encontram prazer depois que conseguem sair de uma relação. Outras estão em busca de um par sem saber ao certo o que procuram. “Existe uma cobrança externa para casar. Conversando com essas pessoas, detecto que no fundo elas não querem”, diz.

Algumas pessoas, diz Savian, simplesmente não têm habilidade para manter um relacionamento. Estão sempre com alguém, mas não conseguem manter o namoro por muito tempo. Geralmente têm temperamento forte ou uma índole muito liberta e por isso não se sentem à vontade quando estão namorando. Para conseguirem estar com alguém, ou abrem mão de sua individualidade e trabalham os pontos que atrapalham uma relação, ou iniciam um relacionamento mais criativo, segundo Savian. “Antes, os namoros eram padronizados, como um formulário que normatizava que após o namoro viria o casamento convencional. Hoje é possível criar um novo ritmo que sirva para as duas pessoas, respeitando a liberdade de cada uma”, diz. Assim, vale casamento em casas separadas ou mesmo um namoro mais no estilo “amizade colorida”.

Rosana também trata de desfazer a idéia de que para as mulheres, que têm a idade reprodutiva limitada, o destino é fatalista. Grande parte delas sabe o que quer e torna-se exigente: se não encontra um homem que corresponda às expectativas, busca outras maneiras de se realizar, repensando a expectativa de casamento e a própria maternidade. “Algumas questionam o sonho do amor romântico e aceitam a realidade sem sofrimento ou frustração. Solteiras, adotam crianças e realizam assim seu projeto de maternidade. Estas mulheres relatam experiências altamente gratificantes ao aceitar que a maternidade não precisa ser atingida apenas por meio da própria gestação”, diz Rosana, que acredita que essas mulheres estão promovendo uma mudança de paradigma “que as liberta para viver de forma nova seus velhos sonhos”.

Segue link desta matéria e de outras sobre solteiros: http://www.gazetadopovo.com.br/viverbem/conteudo.phtml?tl=1&id=800180&tit=Modelos-reinventados

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Gostariamos de saber a sua opinião. Comete sobre o tema…

Olá!

Em poucos dias já conseguimos um grande número de questionários respondidos em nossa pesquisa! E ela continua disponível para você responder em http://pucpr.qualtrics.com/SE?SID=SV_8bHLDF7jOgSXGDi&SVID=

Uma das perguntas para a qual estamos mais anciosas para saber o resultado é: “Você gosta de ser solteiro?”

Por enquanto as respostas estão assim:

  • 8% responderam que definitivamente sim,
  • 65% responderam que sim, na maioria das vezes,
  • 25% responderam que não, na maioria das vezes e
  • 2% responderam que definitivamente não.

Qual a sua opinião a respeito?

Divorciados fazem mais sexo do que solteiros ou casados?

 (Marlene Heuser para Gazeta do Povo)

Uma pesquisa realizada pela internet na Grã-Bretanha indica que os divorciados tendem a ter mais relações sexuais do que os casados ou solteiros.

Mais de 1,8 mil pessoas participaram da enquete sobre os hábitos sexuais dos britânicos encomendada pelo jornal The Sunday Telegraph, segundo a BBC.

O levantamento apontou que 68% dos divorciados têm relações sexuais de seis a 20 vezes por mês – uma proporção maior do que entre os casados (44%), solteiros (38%) ou casais que vivem junto (43%).

A pesquisa indica ainda que 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês – quase o dobro dos britânicos casados.

De acordo com a pesquisa, as pessoas casadas fazem sexo, em média, nove vezes por mês.

Estresse no trabalho

O impacto do estresse gerado no ambiente de trabalho e no ambiente familiar também teve impacto na pesquisa: alguns aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham.

Entre os aposentados, 29% fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação a 24% dos que trabalham em período integral e 20% dos que trabalham meio período.

“Quando se leva em conta que uma pessoa que chega à idade para aposentadoria hoje pertence a esta geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais ativa e com mais recursos financeiros do que gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que ela está fazendo mais sexo”, diz Rosie Campbell, especialista em psicologia social ouvida pelo Sunday Telegraph.

“O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica”, acrescenta Campbell. “É provável que sexo seja a última coisa que ela tem em mente.”

A maioria dos britânicos – 34% – disse na pesquisa online que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.

No total, um quarto dos britânicos que participaram da pesquisa dizem que foram infiéis aos parceiros.

A confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento – mais do que companheirismo ou estabilidade financeira. Sexo ficou em quinto lugar.

Será que esta pesquisa condiz com a nossa realidade? Desconheço pesquisa semelhante realizada por aqui. Mas, tenho certeza que é um tema interessante para um bom debate. Qual a sua opinião?

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Então, também queremos saber sua opinião sobre este tema polêmico….

Quem não mora na região já ouviu falar: “O Curitibano é muito fechado!”, “Metido”, “Frio”… E parece que isso não é fama… Quem mora por aqui tem a mesma opinião, segundo os primeiros resultados da nossa pesquisa!

Você sabia que há uma razão histórica para essa fama?

Segundo a redação do O Estado do Paraná, herdamos isso dos imigrantes Poloneses. Na reportagem disponível no site www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/116339/  Danuta Lisicki (coordenadora do Memorial de Imigração Polonesa), diz: “A característica de ser severo na avaliação e de difícil integração imediata com os outros é algo que vem deles. Mas, a partir do reconhecimento, ficam amigos para o resto da vida”.

Outra razão, citada por Cibele Teixeira do Jornal Comunicação da UFPR, é que “Curitiba foi durante os séculos XVIII e XIX uma cidade de passagem de tropeiros, ninguém ficava aqui por muito tempo. Isso dificultava que as pessoas se conhecessem – era somente uma rota comercial. Depois, houve a Revolução Federalista, em 1893, que trouxe uma onda de terror com os maragatos vindos do Rio Grande do Sul. Conhecidos por entrar nas casas, roubar e abusar das mulheres, muitas famílias pegaram o costume de desconfiar de qualquer um que batesse a sua porta. Para identificar as pessoas de bem, pediam pelo sobrenome. Agora entendo porque é tão comum ouvir nossos avós perguntando qual é o sobrenome de Fulano. Foi algo que aprenderam em casa.”  (www.jornalcomunicacao.ufpr.br/redacao3/node/39).

Continuem respondendo e divulgando a nossa pesquisa! Está no site http://pucpr.qualtrics.com/SE?SID=SV_8bHLDF7jOgSXGDi&SVID=

Olá!

Colocamos nossa pesquisa no ar hoje! Obrigada a todos que já responderam! Se você ainda não respondeu, acesse o link  http://pucpr.qualtrics.com/SE?SID=SV_8bHLDF7jOgSXGDi&SVID= . Precisamos da sua resposta!

Aos poucos colocaremos os resultados parciais aqui no blog!

 

A felicidade de chegar ao último ano do curso de Administração veio junto com uma crise de nervos para decidir qual seria o tema de nosso TCC…

Qual a primeira reação dos formandos ao terem que decidir sobre o tema de seu projeto final? Não sabemos a dos outros, mas para essas 4 garotas foi: Uma crise de nervos!

Por isso resolvemos dividir com outras pessoas a agonia diária de estudantes de Administração construindo seu Projeto Empresarial! Somos Jaque, Thay, Cami e Luh.

Após longos papos e idéias que foram de “Bolsa de festa com compartimento para havaianas” até “Condomínio para idosos” – o que, cá pra nós, não tem nada a ver com a gente – enfim, nasceu nosso lindo neném: Clube de Eventos para Solteiros.

Ah! O que? Porque? Hãn? É por isso que estamos aqui: Relatar nossas experiências com essa estranha idéia.

Nas primeiras semanas de aula, uma das integrantes da equipe, a Camila, estava fora do país. As 3 idéias finalistas para o projeto que as outras 3 integrantes Thayne, Luize e Jaque  haviam decidido, foram: uma agência de relacionamentos para pessoas a partir de 25 anos, um clube cultural delivery, e um bar móvel em um caminhão. Desvantagens foram identificadas nas 3 opções, mas a escolhida foi: Agência de Relacionamentos.

Já com a equipe completa, fomos fazendo pesquisas sobre o assunto. Verificamos que o número de solteiros cresce a cada dia. Além disso, temos muitos amigos e amigas que se dedicaram aos estudos e à carreira, e, à beira dos 30, 40 anos, se deram conta de que “esqueceram” de encontrar sua cara-metade e estão rodeados de casais.

Mas aí veio um balde de água fria: Fomos pedir a opinião à uma professora, que nos desanimou totalmente com a idéia. Fomos partindo para outras idéias. Bares, Restaurantes, Boliche, SPA, Pet Shop… Mas não nos apaixonamos por nenhuma das idéias.

Começamos a entrar em desespero, pois víamos as outras equipes já caminhando com seu projeto e nós ainda não sabíamos qual seria nosso!

Em uma das orientações com o Professor Aldin, ele nos convenceu à voltarmos à idéia da Agência de Relacionamentos. OK.

Reiniciamos a pesquisa.

 Em Administração, um dos primeiros passos para identificar uma oportunidade no mercado é a “Análise do Macroambiente”, quando analisamos os âmbitos demográfico, sócio-cultural, político-legal, econômico, natural, tecnológico. Ao analisar o ambiente sócio-cultural, que engloba os costumes e mudanças de comportamento da população, percebemos que o mercado “Single” (Solteiro) está em crescimento. Indústrias de alimentos e construtoras já exploram esse mercado exemplarmente. E o que apareceu em muitas pesquisas foi que: o número de solteiros convictos, aqueles que gostam de ser solteiros e querem continuar assim, é o que cresce de verdade. Eles querem viajar, estar com amigos, pessoas que gostam das mesmas coisas, querem dedicar-se à carreira, ao trabalho, além de aproveitar a liberdade.

Foi aí que identificamos uma oportunidade: Que tal montar um clube para os solteiros, e fugir daquele estereótipo e preconceito que envolvem uma agência de relacionamentos? Muito melhor não?!

Nossos clientes não vão ser os famosos “encalhados” ou os “loosers” ou que têm “problemas de relacionamento”. Nossos associados vão ser pessoas normais, que trabalham, estudam, se divertem, querem conhecer pessoas, ampliar seu círculo de amizades. Que querem partilhar experiências. E quem sabe também encontrar o seu amor? Mas essa não é a nossa missão, será apenas uma conseqüência do nosso trabalho. Vamos aproximar as pessoas de acordo com seus perfis e objetivos. Promover eventos realmente interessantes e com pessoas interessantes.

 Acompanhe nossa rotina através desse blog!

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Olá! Esse será um blog sobre o “TCC PROCURAM-SE SOLTEIROS”. Não entendeu?

Nosso TCC de Adminitração é um Projeto Empresarial de um Clube de Eventos Single (Para solteiros, divorciados, viúvos, etc…) em Curitiba e Região Metropolitana. Aqui contaremos essa história e nosso dia-a-dia. Você vai ver também curiosidades sobre o tema, sobre a cidade… Estamos desenvolvendo uma pesquisa muito interessante! Já respondeu? Ajude-nos a torná-la ainda melhor, respondendo no link http://pucpr.qualtrics.com/SE/?SID=SV_8bHLDF7jOgSXGDi&SVID= e divulgando aos seus amigos!

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